As ervas aromáticas têm estado muito em foco e é um tópico muito discutido no panorama agrícola e de projetos de investimento agrícola. Estas são muitas vezes incluídas na denominação “Plantas Aromáticas e Medicinais” ou PAM. Esta denominação surge pois para além do uso culinário que muitas vezes é dado a estas ervas – e motivo pelo qual muitas delas são conhecidas – podem também ser usadas.

De uma forma em geral, qualquer planta usada para dar sabor, para fins medicinais ou cosméticos, é incluída nesta categoria. Geralmente, na culinária distinguem-se as ervas aromáticas das especiarias nos casos em que se usam as partes verdes de uma planta e não a sua semente, baga, raíz ou fruto. No entanto, é comum observamos a inclusão de nomes de especiarias na categoria de ervas aromáticas. Existem inúmeras ervas aromáticas e medicinais, mas aqui apresentamos uma lista das mais comuns: manjericão, rosmaninho, erva-cidreira, coentros, salsa, tomilho, salva, lavanda, louro, cebolinho, endro, segurelha, carqueija, entre outras.

Há muitos nomes de outras culturas apresentadas como ervas aromáticas, que na verdade se enquadram na categoria de especiarias. Estamos a falar de culturas como canela, açafrão, pimenta, entre outras. Todos estes nomes referidos, tanto a nível de ervas como especiarias, tem usos importantes no campo da medicina, motivo aliás pelo qual sempre foram muito procuradas pelo Homem.

O uso e procura por parte da indústria cosmética e medicinal assim como a culinária (molhos, temperos, etc) que tem aparentemente conduzido a um maior interesse na aposta neste tipo de culturas como alternativa a culturas tradicionais.

13 Abril, 2017
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